Filosofia

Pedagogia e produção de conhecimento: questões de teoria e método

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Qualquer pesquisador que se proponha a responder à pergunta “É possível uma ciência da educação?” defrontar-se-á com várias questões importantes, uma das quais será sobre o delineamento da história a ser contada, os possíveis pontos de partida que levam a dissensos/consenso a respeito da possível cientificidade da educação. Leitura obrigatória para educadores e coordenadores de curso Brasil afora.

O problema do mal: uma antologia de textos filosóficos

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O problema do mal é discutido do ponto de vista da teologia cristã. Então, o que se quer dizer quando se diz que Deus é onipotente, onisciente e totalmente bom? Continuando, se Deus não impede o mal que os seres humanos livremente escolhem praticar, a maldade faz parte da natureza de Deus? Ao responder essas indagações, os filósofos reunidos nessa coletânea irão distinguir os vários significados daquilo que é chamado de mal: mal moral, mal natural; mal gratuito, mal justificável; mal comum, mal hediondo. E o tipo de problema que está em jogo: teórico ou prático.

Teoria política positivista: pensando com Augusto Comte

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A influência exercida pelo “Positivismo” no Brasil foi enorme. Basta pensar na referência ao lema da bandeira nacional, o “Ordem e Progresso”. Mas qual positivismo influenciou os intelectuais brasileiros a ponto de o lema “positivista” estar inscrito no pavilhão nacional? Se a origem do Positivismo é atribuída ao francês Augusto Comte, a relação que se estabelece entre a filosofia do francês e as várias correntes denominadas de positivismo baseia-se em diversas possibilidades. O problema é que não se pode falar apenas de continuidades entre a filosofia positivista de Comte e as tradições subsequentes da filosofia positivista. Há importantes rupturas, descontinuidades, que são oportunamente investigadas nesse livro por Gustavo Biscaia.

A presença da filosofia platônica na pedagogia do Estado Novo

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Na investigação do discurso platônico, identificamos quatro recursos de maior relevância, por meio dos quais é possível caracterizar os traços próprios do pensamento do filósofo: a metáfora; a dissociação de noções; a interação entre ato e pessoa; e o uso de definições. As semelhanças e complementaridades temática entre o pensamento do filósofo grego e as formulações dos autores brasileiros oferecem contribuições aos pesquisadores que discutem o movimento escolanovista no Brasil, bem como aos que se dedicam à investigação da retórica como ferramenta útil à análise de discursos pedagógicos.

Intelectuais do século XX e a Educação no século XXI: o que podemos aprender com eles?

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Organizado pelo professor Carlos Brandão, esta coletânea reúne 13 capítulos que nos fazem refletir sobre o papel dos intelectuais do século XX na Educação no século XXI. O que podemos fazer com eles? Essa fundamental pergunta feita frequentemente por educadores e professores faz parte das reflexões contidas neste importante livro de fundamentos para a qualificação da prática escolar, da didática e da relação ensino-professor-conteúdo.

Arthur Ramos, Psicanálise e a Educação

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A recuperação dos trabalhos de Arthur Ramos referentes ao papel da Psicanálise na educação é relevante per se, o que verificamos na leitura deste livro. Não há dúvida quanto a isso. Porém, a exposição da técnica de análise, basicamente sustentada em Perelman e Toulmin, tem o mérito de ultrapassar a análise estrutural ao explicar as razões pelas quais o discurso de Arthur Ramos foi aceito por uns e rejeitado por outros. Assim, temos os critérios para rever a história de um debate inconcluso: o do papel da Psicanálise da educação escolar.

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