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O léxico de Augusto Comte: criptografia e filosofia

Um estudo imperdível acerca do estilo “críptico” do fundador da Sociologia, Augusto Comte, apresentando uma seleção não exaustiva de 182 palavras (nomes e conceitos), indicando os sentidos que Comte imprimia a eles ou a importância deles em relação ao Positivismo, além de alguns dos livros em que tais vocábulos podem ser encontrados.

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Apresentamos, em livro, a dissertação de mestrado em Filosofia defendida pelo positivista ortodoxo Ângelo Torres em 1997 junto ao Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, sob a orientação de Gerd Bornheim. 

Neste trabalho, Torres se dedicou a identificação das características do estilo de Augusto Comte, a saber, o estilo “críptico”. Com efeito, Comte concebe seus trabalhos como uma série imensa e encadeada de reflexões sistemáticas, que deveriam expor um conteúdo específico por meio de raciocínios específicos por meio de um método também específico. Como resultado, seus escritos trazem, frequentemente, o uso de referências a situações, autores, obras e acontecimentos que pressupõem, da parte do leitor, o conhecimento prévio ou o esforço para esclarecer essas referências. 

Como complemento a essa tarefa, o autor compilou um índice temático, com uma seleção não exaustiva de 182 palavras (nomes e conceitos), indicando os sentidos que Comte imprimia a eles ou a importância deles em relação ao Positivismo, além de alguns dos livros em que tais vocábulos podem ser encontrados.

Assim, a presente edição – que não teve a revisão do próprio Ângelo – é uma iniciativa do professor Gustavo de Lacerda Biscaia. Ele procurou preservar a formatação impressa pelo autor, que, como se poderá ver, caracteriza-se pela grande quantidade de destaques variados, com negritos, itálicos, sublinhados e frases isoladas em parágrafos.

Apesar disso, foi realizada uma revisão geral do texto, inserindo traduções onde não havia e revendo eventuais desatenções gramaticais; por fim, Biscaia alterou a formatação das referências bibliográficas, substituindo a indicação de textos em notas de rodapé pelo sistema autor-data, que é mais simples, estético e eficiente.

Finalmente, Torres previra a inserção de sete anexos, dos quais foram mantidos cinco; os últimos dois, por serem muito extensos e consistirem apenas na reprodução de índices temáticos e onomásticos, foram deixados de lado.

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