Filosofia

A experiência do pensar em educação: identidade ou diferença

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Que figura outra devemos contrapor a esta visão essencialista de comunidade? Acreditamos que há nesse livro o esforço em ensaiar algumas tentativas de respostas a esta questão, que se encaminham no sentido de pensar a comunidade, conforme escreve Pelbart, “na contramão do sonho fusional. Pois esta nova ideia de comunidade seria feita de seres singulares, cujos encontros seriam tecidos na interrupção, na fragmentação, na angústia produzida pelo suspense enquanto se espera, ativamente, pelo que virá.

A presença da filosofia platônica na pedagogia do Estado Novo

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Na investigação do discurso platônico, identificamos quatro recursos de maior relevância, por meio dos quais é possível caracterizar os traços próprios do pensamento do filósofo: a metáfora; a dissociação de noções; a interação entre ato e pessoa; e o uso de definições. As semelhanças e complementaridades temática entre o pensamento do filósofo grego e as formulações dos autores brasileiros oferecem contribuições aos pesquisadores que discutem o movimento escolanovista no Brasil, bem como aos que se dedicam à investigação da retórica como ferramenta útil à análise de discursos pedagógicos.

Arthur Ramos, Psicanálise e a Educação

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A recuperação dos trabalhos de Arthur Ramos referentes ao papel da Psicanálise na educação é relevante per se, o que verificamos na leitura deste livro. Não há dúvida quanto a isso. Porém, a exposição da técnica de análise, basicamente sustentada em Perelman e Toulmin, tem o mérito de ultrapassar a análise estrutural ao explicar as razões pelas quais o discurso de Arthur Ramos foi aceito por uns e rejeitado por outros. Assim, temos os critérios para rever a história de um debate inconcluso: o do papel da Psicanálise da educação escolar.

Origem do conceito de história de Walter Benjamin

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Como atualizar à teoria da história um conceito aparentemente anti-histórico, no sentido convencional – não apenas “clássico” – do termo, de narrar algo sobre o passado? O conceito de história que emerge dessa indagação é entendido como algo rastro, como lampejo irreversível que se precipita na desaparição.